A Conspiração contra a América - Philip Roth
Acabei de ler este livro na semana passada (ou no ano passado, se quiserem).
Philip Roth é um escritor norte-americano com outras obras já publicadas mas a primeira que me chegou às mãos foi esta.
Neste livro o autor, judeu, descreve aquela que seria a sua infância se Charles Lindbergh (o aviador que atravessou o Atlântico sozinho), defensor de ideias anti-semitas e isolacionista, se tivesse candidatado à presidência dos Estados Unidos em 1940 e tivesse ganho.
A verdade é que este livro mistura realidade com ficção e torna-se num retrato muito interessante e muito diferente (e muito assustador) do que podia ter sido a história mundial da época da 2ª Grande Guerra.
A leitura do livro, que tem um conjunto de informações anexas no final, foi feita junto ao computador pois, por vezes, senti necessidade de pesquisar sobre algumas personalidades, acontecimentos e instituições. E porquê? Roth não precisou de criar personagens, elas sempre existiram, apenas lhes mudou o rumo e é isso mesmo que faz o livro tão interessante: saber que o que lemos podia, de facto, ter acontecido.
Na minha opinião o livro só peca pelas às vezes extensas (e desnecessárias) descrições do autor. Mas isto é só a minha opinião.
Philip Roth é um escritor norte-americano com outras obras já publicadas mas a primeira que me chegou às mãos foi esta.
Neste livro o autor, judeu, descreve aquela que seria a sua infância se Charles Lindbergh (o aviador que atravessou o Atlântico sozinho), defensor de ideias anti-semitas e isolacionista, se tivesse candidatado à presidência dos Estados Unidos em 1940 e tivesse ganho.
A verdade é que este livro mistura realidade com ficção e torna-se num retrato muito interessante e muito diferente (e muito assustador) do que podia ter sido a história mundial da época da 2ª Grande Guerra.
A leitura do livro, que tem um conjunto de informações anexas no final, foi feita junto ao computador pois, por vezes, senti necessidade de pesquisar sobre algumas personalidades, acontecimentos e instituições. E porquê? Roth não precisou de criar personagens, elas sempre existiram, apenas lhes mudou o rumo e é isso mesmo que faz o livro tão interessante: saber que o que lemos podia, de facto, ter acontecido.Na minha opinião o livro só peca pelas às vezes extensas (e desnecessárias) descrições do autor. Mas isto é só a minha opinião.
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