O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder
Acabei anteontem de ler O Mundo de Sofia de Jostein Gaarder.
Este senhor norueguês, professor de filosofia, achou por bem escrever um romance dedicado à sua disciplina do coração...
Este senhor português (que sou eu) nunca gramou esta disciplina durante o secundário. Nunca aceitou bem a ideia de lhe impingirem o pensamento de outras pessoas e, simultaneamente, achava que algumas correntes filosóficas eram no mínimo muito idiotas. A juntar a tudo isso não se dava muito bem com a carga extraordinariamente teórica da disciplina.
Os anos passaram e este senhor recebeu, pelo Natal, o livro O Mundo de Sofia. Tenho de admitir que havia pensado algumas vezes no livro mas a palavra filosofia deparava-se com um preconceito inultrapassável... Está bom de ver que a sua leitura era uma mera hipótese teórica com probabilidades muito reduzidas de se tornar uma realidade.
Acontece que, por obra do acaso, do destino, do subconsciente de quem mo ofereceu (a minha namorada) o livro veio ter às minhas mãos. Seja por fruto de coincidências ou um sinal do determinismo a verdade é que acabei por ler O Mundo de Sofia.
O livro levou-me em viagem pelo mundo dos pensadores e permitiu-me uma perspectiva diferente da minha tão estimadamente odiada Filosofia.
Acho que o melhor elogio que posso fazer a este criativo livro é o seguinte: Que tal ser este o manual adoptado nas escolas para a disciplina de filosofia?
Era muito mais interessante ensinar os alunos a pensar, questionar, ter uma atitude crítica, do que fazer uma revisão histórica das correntes filosóficas. Mas isto sou só eu a pensar com os dedos...
Este senhor norueguês, professor de filosofia, achou por bem escrever um romance dedicado à sua disciplina do coração...
Este senhor português (que sou eu) nunca gramou esta disciplina durante o secundário. Nunca aceitou bem a ideia de lhe impingirem o pensamento de outras pessoas e, simultaneamente, achava que algumas correntes filosóficas eram no mínimo muito idiotas. A juntar a tudo isso não se dava muito bem com a carga extraordinariamente teórica da disciplina.
Os anos passaram e este senhor recebeu, pelo Natal, o livro O Mundo de Sofia. Tenho de admitir que havia pensado algumas vezes no livro mas a palavra filosofia deparava-se com um preconceito inultrapassável... Está bom de ver que a sua leitura era uma mera hipótese teórica com probabilidades muito reduzidas de se tornar uma realidade.
Acontece que, por obra do acaso, do destino, do subconsciente de quem mo ofereceu (a minha namorada) o livro veio ter às minhas mãos. Seja por fruto de coincidências ou um sinal do determinismo a verdade é que acabei por ler O Mundo de Sofia.O livro levou-me em viagem pelo mundo dos pensadores e permitiu-me uma perspectiva diferente da minha tão estimadamente odiada Filosofia.
Acho que o melhor elogio que posso fazer a este criativo livro é o seguinte: Que tal ser este o manual adoptado nas escolas para a disciplina de filosofia?
Era muito mais interessante ensinar os alunos a pensar, questionar, ter uma atitude crítica, do que fazer uma revisão histórica das correntes filosóficas. Mas isto sou só eu a pensar com os dedos...
2 comentários:
Já li este livro há uns tempos mas tenho de admitir que a sua ideia base se encontra entre as mais originais que já vi. No fundo, acaba por ser uma tentativa de emprestar a uma ciência aparentemente "chata" uma nova e refrescante abordagem. Aliás, se virmos bem, livros como o "Freakonomics" ou "O Economista Disfarçado" (que por acaso estou agora a ler) tentam fazer mais ou menos o mesmo, se bem que não consistam propriamente numa leitura de ficção.
A melhor lição acaba por ser: "não negues à partida uma ciência que desconheces" :D
Quando eu tinha 14 anos, uma amiga (que andava a ler este livro) insinuou, quando eu lhe disse que gostava também de o ler: "Não ias compreender, portanto não vale a pena leres!"
A verdade é que não descansei enquanto não o comprei e o li.
Ainda bem que gostaste. Eu finalmente compreendi a Filosofia!
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