A Batalha de La Quelle!
Um cenário arrasador. À sua volta os soldados aliados, assim como os seus inimigos, nada vêm para além da areia e dos blocos graníticos que, em conjunto formam improvisadas barricadas e trincheiras e perigosas armadilhas.
As artilharias pesadas não cessam os seus mortais bombardeamentos.
As equipas médicas não têm mãos a medir. No ar paira um cheiro fétido de sangue, pólvora e dejectos que infesta os pulmões de todos.
Nos rostos impassíveis e inexpressivos dos soldados, como se de bonecos se tratassem, não se vislumbra uma centelha de vida. São meros joguetes nas mãos dos seus generais.
De repente, sem que nada nem ninguém o fizesse prever, ecoam nos céus, os sinais das tréguas:
- Zé Manel! Berto! Está na hora de comer!
Enquanto recolhiam os seus soldadinhos de plástico, os dois tiranos generais contavam as vítimas e comparavam resultados. Assim terminava mais um batalha de faz-de-conta na quelhinha entre o Guerreiro e a Messe (dois nomes em tudo ligados à Guerra! Hehehe!).
Bons velhos tempos Berto!